Catanduva carrega o título de Capital Nacional dos Ventiladores desde os anos 1980, quando empresas como Loren Sid, Venti-Delta e Tron transformaram a cidade em referência absoluta nesse setor — responsável por 90% da produção nacional e 60% dos empregos industriais do município. Ao lado dos ventiladores, o setor sucroenergético marca presença forte com a Usina São Domingos e a Cofco Agri. Mas junto com toda essa pujança veio um efeito colateral: a conta de luz é pesada.
Fábricas de ventiladores nos distritos industriais gastam entre R$ 3 mil e R$ 12 mil por mês em energia. Comércios do Centro e do Higienópolis, entre R$ 800 e R$ 2.500. Residências com ar-condicionado no Jardim Alpino ou Parque Flamingo ultrapassam R$ 500 com facilidade entre outubro e março, quando o termômetro bate 36°C.
A notícia boa: existe um caminho regulado, sem investimento e sem obra para reduzir essa conta em 10% a 20% todo mês. É o mercado livre de energia, operado por comercializadoras como a iGreen Energy.
O que é o mercado livre de energia (e por que importa pra Catanduva)
O mercado livre de energia é um ambiente regulado pela ANEEL onde o consumidor pode escolher de quem comprar energia, em vez de pagar a tarifa fechada da CPFL Paulista. A iGreen Energy compra energia limpa (eólica, biomassa, solar centralizada) em grande volume, direto de geradoras, por contratos de longo prazo. Esse volume permite negociar preços abaixo da tarifa da distribuidora.
A CPFL Paulista continua entregando a energia pelos mesmos fios, postes e medidores. A única mudança é quem comercializa a energia — e quanto você paga por ela.
Quanto dá pra economizar de verdade em Catanduva
O desconto da iGreen fica entre 10% e 20% sobre o valor da energia consumida:
Para residências
Uma casa no Jardim Alpino com 2 ares-condicionados e conta média de R$ 700/mês economiza de R$ 84 a R$ 140/mês. Em 12 meses, são R$ 1.000 a R$ 1.680 de volta pro bolso.
Para comércios
Uma padaria no Centro com forno elétrico e refrigeração, conta de R$ 1.500/mês: economia de R$ 180 a R$ 300/mês. Um restaurante no Higienópolis com climatização pesada: R$ 200 a R$ 400/mês de economia.
Para indústrias
Uma fábrica de ventiladores no Distrito Industrial com conta de R$ 10.000/mês economiza de R$ 1.200 a R$ 2.000/mês = R$ 14.400 a R$ 24.000/ano. A Cocam, única descafeinadora de café verde do Brasil, e as dezenas de indústrias alimentícias da região podem ver economias proporcionais.
Uma fábrica que gasta R$ 10 mil por mês na CPFL Paulista pode economizar até R$ 24 mil por ano com a iGreen — sem instalar nada, sem trocar nenhum fio.
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Quero saber como →Bairros e regiões de Catanduva que mais economizam
- Distrito Industrial I, II, III e IV — fábricas de ventiladores, metalúrgicas, indústrias alimentícias
- Centro e Higienópolis — alta concentração de comércios com refrigeração e climatização
- Jardim Alpino e Jardim Alvorada — residências de médio e alto padrão com ares-condicionados
- Parque Flamingo e Parque José Cury — bairros residenciais com consumo acima da média no verão
- Conjunto Anuar Pacha e Colina do Sol — conjuntos habitacionais com alta densidade de contas de luz
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